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FILHOS DO ÚLTIMO CIRCO

CLICA E BAIXE A REVISTA Há um momento em que o espetáculo termina, as luzes se apagam e o público vai embora. Mas para quem nasceu sob a lona, a história continua. Filhos do Último Circo é um editorial de moda que mergulha no universo daqueles que cresceram entre trailers, figurinos, maquiagem e sonhos itinerantes. Jovens que carregam em seus rostos a memória de uma arte centenária e que transformam suas próprias histórias em expressão, identidade e resistência. Nas imagens, o vermelho intenso dos vagões, a iluminação dramática e os figurinos que transitam entre o clássico circense e a moda contemporânea criam uma narrativa visual poderosa. Cada composição parece existir entre dois mundos: o da fantasia apresentada ao público e o da realidade vivida pelos artistas quando os aplausos silenciam. A maquiagem marcada, os olhares profundos e as roupas que misturam alfaiataria, teatralidade e elementos circenses não foram escolhidos por acaso. Eles representam a dualidade de quem aprende...

O inesperado tem endereço certo



Poderia ser uma praia esquecida em algum verão dos anos 2000.
Poderia ser um editorial europeu perdido entre referências de liberdade e juventude.
Mas é em Anápolis que corpos, olhares e personalidade constroem uma estética que não tenta ser perfeita, tenta ser viva.
Nesse editorial, o calor não vem apenas da areia ou da luz dourada.
Vem da atitude de quem ocupa espaço sem pedir licença.
Dos fios bagunçados pelo vento.
Da pele marcada pelo sol.
Da beleza que não parece montada demais.
Existe algo quase cinematográfico nessas imagens.
Como se cada modelo carregasse uma história diferente, mas todos pertencessem ao mesmo universo: um lugar onde moda não é sobre parecer distante… e sim sobre provocar sensação.
Os biquínis, as tramas artesanais, a transparência, a areia clara e as expressões quase silenciosas criam uma narrativa entre o urbano e o natural.
Entre o improviso e a direção.
Entre sensualidade e autenticidade.
Existe algo quase cinematográfico nessas imagens.
Como se cada modelo carregasse uma história diferente, mas todos pertencessem ao mesmo universo: um lugar onde moda não é sobre parecer distante… e sim sobre provocar sensação.
Os biquínis, as tramas artesanais, a transparência, a areia clara e as expressões quase silenciosas criam uma narrativa entre o urbano e o natural.
Entre o improviso e a direção.
Entre sensualidade e autenticidade.
Existe uma diferença silenciosa entre aquilo que é bonito… e aquilo que é verdadeiro.
O bonito pode ser reproduzido.
A verdade, não.
Vivemos cercados de imagens perfeitas, referências repetidas, tendências que atravessam continentes em segundos. Mas nenhuma estética sobrevive por muito tempo quando não existe alma por trás dela. Porque o olhar reconhece. O corpo sente. Existe algo que denuncia quando uma imagem foi apenas montada,e quando ela nasceu de dentro.
















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